Uma denúncia feita por uma moradora de Cajamar provocou grande repercussão nas redes sociais e levantou questionamentos sobre o atendimento prestado na clínica particular Previna, rede conveniada à empresa Plena Saúde, localizado no distrito de Jordanésia.O caso não envolve unidades da rede pública municipal de saúde de Cajamar.
A moradora Jessica Yasmim de Pádua Santiago publicou um vídeo relatando que buscou atendimento para a filha, Jhennyfer Luara, que estaria com o braço fraturado e engessado desde o dia 18 de abril. Segundo ela, após conseguir um encaixe para consulta na quarta-feira (7), a família se deparou com uma situação considerada alarmante dentro da unidade particular de saúde.
Nas imagens, Jessica questiona a conduta da profissional e afirma que a médica aparentava desorientação, fala arrastada e dificuldades de locomoção. Durante a gravação, a moradora também menciona a presença de energético e de um cigarro eletrônico sobre a mesa da profissional. “Não pode gravar a sua situação que está você atendendo os seus pacientes? O que você me explica sobre isso? […] Você tem noção da fratura que minha filha está ali no braço?”, diz a mulher em um trecho do vídeo. Em outro momento, ela afirma: “Ah, eu não posso gravar uma médica que está bem doida? […] Uma pessoa dessa não pode nem ser médica”.
Segundo a denunciante, a consulta acabou não sendo realizada e a filha deixou o local sem atendimento. O vídeo rapidamente ganhou repercussão entre moradores de Cajamar, gerando críticas e cobranças por esclarecimentos da unidade Previna de Jordanésia e da operadora responsável pelo serviço.
Até o momento, não houve posicionamento oficial da clínica particular Previna de Jordanésia, unidade privada e conveniada a Plena Saúde sobre o caso. A reportagem ressalta que as acusações divulgadas nas redes sociais correspondem ao relato da paciente e deverão ser apuradas pelos responsáveis da unidade médica e pelos órgãos competentes.